QUEM

Prazer, nós somos Rafael e Flávia mais conhecidos como o casal a Dama e o Vagabundo, idealizadores do Kumplices Klub. Para quem não sabe, é de praxe os casais ou solteiros usarem apelidos nos sites de relacionamentos e perfis virtuais antes de conhecerem as pessoas na vida real, falaremos sobre isso com detalhes num post nas dicas. 

Nós somos casados fazem 6 anos, eu a Dama tenho 45 anos, o Vagabundo tem 42, ambos viemos de relacionamentos anteriores, somos empresários, temos filhos, animais de estimação, rotina, religião, família, contas para pagar, enfim o cotidiano de qualquer casal que a sociedade atual considera comum.  Porém, 5 anos atrás, meio que por curiosidade, meio que por aventura, confesso que com um empurrãozinho de umas (muitas!rs) doses a mais de saquê resolvemos fazer algo diferente, algo que mudou completamente nossas vidas! A verdade é que sempre tive curiosidade em conhecer coisas diferentes relativas ao sexo, tipo ir numa casa de swing ou conhecer um puteiro famoso (quem nunca?) e já tive mil fantasias (hello bombeiro, policial, super-herói, entregador de pizza, kkkk) apenas na imaginação porque além da sociedade e das religiões em geral cercearem a nós mulheres desde pequenas, nos ensinando a esconder nossos corpos e pregando que sexo por prazer é pecado eu nunca tive um parceiro que não fizesse eu me sentir envergonhada desses sentimentos e me desse segurança para realizá-las… até aquele dia.  O ser humano tem desejos é fato, faz parte da nossa natureza tanto do homem quanto da mulher, porém é socialmente aceito que somente que homem satisfaça suas vontades, transe por aí, traia sua esposa, ele é até estimulado, considerado o fodão, enquanto a mulher quando tem desejo tem que reprimi-lo senão é rotulada de vagabunda, puta, piranha. Vou dizer uma coisa, o homem precisa ser muito Macho, com M maiúsculo mesmo, muito bem resolvido e muito parceiro para bancar essa! E digo mais, pela “macheza” do homem a recompensa vale para o casal. E que recompensa! 

Nosso início foi gradual, devagar e com muita cumplicidade. Mesmo não embarcando de cabeça logo de cara, mais por medo meu do que dele, só pelo fato do meu marido estar comigo realizando meu desejo proibido, naquele ambiente sedutor e cheio de luxúria eu já me apaixonei 1000 vezes mais! Quem pensa que nesses lugares rola um bacanal tipo Sodoma e Gomorra e que ninguém é de ninguém (confesso que eu achava) esta muito enganado. Apesar de todo clima que remete ao sexo, pouquíssima luz, roupas muito ousadas, algumas mulheres parcialmente ou até nuas, dançando de forma sensual, a balada é 100% respeito. Ninguém se aproxima ou te toca se não houver um sinal de consentimento, é simplesmente libertador! A cada vez que a gente ia numa casa de swing eu ia me soltando, me sentindo cada vez mais segura, mais sexy, me alimentando do desejo dos olhos do meu marido, do prazer em ver o olhar de cobiça tanto de homens quanto de mulheres a minha volta e saber que ali tudo era permitido mas nada obrigatório. Mesmo que no começo a gente não fizesse nada além de ficarmos entre nós,  sempre chegávamos em casa num fogo danado e começávamos a transar loucamente (as vezes no carro mesmo) lembrando de tudo que vimos e sentimos durante nossa noite. Aos poucos fomos ganhando experiência, interagindo mais, ousando, descobrindo nossos limites, ultrapassando nossos limites rsrs Sempre com respeito e cumplicidade o que fortalece e nutre cada vez mais nosso relacionamento.

Atualmente estamos há 5 anos no swing que adotamos como filosofia de vida, fizemos muitas boas amizades, passamos perrengues (quem não?), temos muitas histórias para contar, já tivemos até um clube de swing, promovemos festas fechadas, viagens, jantares e quem se identificar seja muito bem-vindo, junte-se a nós, venha ser nosso Kumplice.

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